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Ao encontro de Sócrates.29 de Junho, 2008 as 8:30 | Em Opinião |Está eleita a nova liderança do PSD nacional. Manuela Ferreira Leite obteve uma vitória contra todas as correntes maléficas do partido. E quando uma coisa é má, não temos outra solução que não seja combatê-la da forma mais simples e eficaz, como fez a nova líder do maior partido da oposição. É desonesto fomentar nos cidadãos qualquer tipo de ilusões. Portugal está mal e não é o eldorado que os socialistas apregoam. Há enorme pressão sobre as pessoas que trabalham, o desemprego ameaça as famílias e a administração pública paga as favas da incompetência de quem nos governa. Temos o direito de viver bem na nossa terra. Temos o direito de ser diferentes. Queremos que as pessoas que nos governam, assumam as responsabilidades dos seus actos e nos prestem contas. Manuela Ferreira Leite tem de ir ao encontro de Sócrates, antes das eleições de 2009. Não para confrontá-lo, mas para preveni-lo que tem rumo diferente para Portugal. Alertá-lo para as injustiças e os erros políticos que comete, por fanatismo e partidarismo inqualificável. O Estado não pode estar ao serviço do partido socialista. O Estado, somos todos nós. Por mais argumentos brilhantes que possam existir, Sócrates não anda pelo caminho certo, quando exclui a Madeira das suas preocupações governativas, e coloca-nos na lista dos inimigos a abater, só porque aqui se andou mais depressa do que na generalidade do país. Sócrates está exercendo o poder através de compromissos com os seus apaniguados do partido. Cravinho era incómodo, foi afastado para Londres. Carrilho estava a tornar-se um perigo, foi afastado para Paris, tal como Ferro Rodrigues. Todos premiados com bons lugares ditos de representação nacional. E neste percurso existem outros que já estiveram fora em duvidosos anos de trabalho em prol do país. Lembram-se de Salazar proceder da mesma maneira com os seus incómodos críticos? Quem não precisa de prémio é Manuel Alegre. Libertino, acusam-no os fanáticos. Manuela Ferreira Leite, sabe perfeitamente que a nova Lei de Finanças Regionais foi feita exclusivamente contra a Madeira, e que essa cambalhota inesperada, de anular a lei anterior, que teve a anuência do partido socialista, foi em pre Ninguém melhor do que ela para ir ao encontro de Sócrates e dizer-lhe que poucos portugueses acreditam nele quando procede desta forma injusta com uma Região que orgulha Portugal, pelo seu desenvolvimento e modernidade. Não são precisos os elogios de Jaime Gama ou do Senhor Presidente da República, para sabermos que foram dados passos seguros na satisfação das necessidades básicas do povo da Madeira e do Porto Santo. Avançámos para níveis superiores aos dos Açores e de outras Regiões do país, aproximando-nos dos índices de Lisboa e Vale do Tejo, para onde são sempre canalizados os maiores recursos da Nação. Gente de todos os quadrantes políticos elogiam o trabalho realizado, e a própria União Europeia, recomenda a países terceiros visitas à Região Autónoma da Madeira para certificarem-se do sucesso das políticas levadas a cabo ao longo destes mais de trinta anos de Autonomia, nas áreas do Turismo, da Saúde, da Ciência e Tecnologia, entre outras. O desencanto dos madeirenses pelas atitudes revanchistas do primeiro-ministro Sócrates, está bem patente no modo como contestam a governação socialista. Os madeirenses já não têm dúvidas de que valeu a pena protestar e desafiar o Estado, provocando eleições em Maio do ano passado. Foi Sócrates que deu o dito por não dito quando assumiu o poder. É Sócrates que se recusa visitar a Madeira ao fim de três anos de governo. É Sócrates quem não tem coragem para enfrentar o poder na Madeira, e por isso, utiliza a via legislativa para torturar os madeirenses e infernizar o seu adversário principal: o Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira. Agora aprovou um projecto de lei para acabar com o Jornal da Madeira. A Região Autónoma da Madeira corre o risco de ser proibida de ter meios de comunicação social, por si, ou em sociedade. Mas Sócrates, invocando o Estado e essa balela do serviço público, pode alimentar com o dinheiro dos nossos impostos a RTP l, a RTP 2, a RTP África, a RTP Internacional, a RTP N, a RTP-M, a RTP-Açores e as várias RDPs mais a agência noticiosa Lusa instalada em todo o Portugal e com correspondentes no estrangeiro, conforme o interesse deste Governo e não do Estado ou dos portugueses da diáspora. (fonte:Jornal da Madeira) Sem Comentários »Alimentação RSS para comentários a este post. O URL para o TrackBack desta entrada: Deixe um Comentário |
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