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PSD Madeira só reconhecerá lÃder com maioria.30 de Abril, 2008 as 13:19 | Em Directas PSD |O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse esta quarta-feira que o PSD-M nunca reconhecerá como lÃder do partido um candidato que não obtenha pelo menos 50 por cento dos votos dos seus militantes, informa a Lusa. «Obviamente que a Madeira nunca reconhecerá, mesmo em termos legais e estatutários, um lÃder que não tenha pelo menos 50 por cento dos votos dos seus militantes», disse Alberto João Jardim. A Comissão PolÃtica Regional do PSD-M, reunida na noite de terça-feira, alertou para o facto de que o próximo lÃder nacional do partido poderá ser eleito com apenas 21 por cento dos votos dos seus militantes dado o número de candidaturas existentes e por não estar previsto nos seus Estatutos a realização de uma segunda volta. «Estando previstas as eleições directas para o último fim-de-semana de Maio e o congresso para o primeiro fim-de-semana de Junho, isso quer dizer que, nas eleições que se vão realizar no final de Maio, não haverá segunda volta, ou seja, ganha o candidato que mais votos tiver na única eleição que está marcada e que os estatutos preveêm», lembrou o dirigente do PSD-M, Miguel de Sousa, no final da reunião da Comissão PolÃtica Regional do partido. Não existência de segunda volta mostra desorientação do partido “Os estatutos do PSD da Madeira, onde o voto é também directo e secreto, prevêem uma segunda volta para o lÃder ter sempre maioria absoluta, o que se está aqui a passar no seio do PSD é absolutamente ridÃculo e demonstra a desorientação absoluta em que o partido está caÃdo”, salienta o presidente do Governo Regional. Alberto João Jardim revelou ainda que a Comissão PolÃtica Regional do PSD-M está preocupada com a fragmentação do partido e “sobretudo pela tentativa de uma certa burguesia dos salões de Lisboa e do Porto, com o apoio de um conhecido empresário de televisão, tentar desvirtuar um partido popular e social-democrata como é o PSD”. “É uma burguesia que se apresenta com o tÃtulo de “elite” julgando que cultura é sinónimo de um tÃtulo académico e que faz, assim, uma camuflagem perante o paÃs das suas incapacidades”, declara. “Obviamente o futuro do PSD-M, e ainda ontem (terça-feira) assentamos nisso, nunca será ao lado desta gente”, referiu, acrescentando que “vários cenários se puseram”. “Os meus companheiros de partido continuou estão cientes de que eu não devo arriscar no meio dos aventureirismos que estão patentes e que só devo avançar numa solução de união, coesão, federação que não quer dizer contar com as pessoas que fizeram todo este mal ao partido”. Confrontado se as preocupações dos conselheiros do PSD-M vão no sentido de sugerir que não se deve candidatar à liderança nacional do partido, Alberto João Jardim responde que essa hipótese “não é remota, nem é próxima”. “O partido está a recolher as assinaturas que ficam de reserva para, se chegarmos a um perÃodo em que o partido esteja completamente esfrangalhado, então, vamos tomar decisões”, adiantou. João Jardim admitiu mesmo que “a hipótese da reformulação de um novo espectro partidário perante o que está gerado não está posta de lado”. “Nós não nos revemos na burguesia de Lisboa e do Porto”, acentua. A Comissão PolÃtica Regional do PSD-M de terça-feira decidiu ainda declarar não se rever nas cinco candidaturas à liderança nacional do partido pelo que reserva tomar uma posição na reunião de 15 de Maio. Sem Comentários »Alimentação RSS para comentários a este post. O URL para o TrackBack desta entrada: Deixe um Comentário |
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