Manuela Ferreira Leite diz que Governo está desorientado.
A presidente do PSD foi ontem jantar com os deputados eleitos pelo seu partido para garantir que o Governo está desorientado com a crise e que, ao contrário do que muitos pensam, os sociais-democratas não são nenhum Executivo-sombra, para apresentarem qualquer tipo de propostas alternativas, que depois acabarão por ser aproveitadas pelos socialistas.
Em declarações aos companheiros de partido, Manuela Ferreira Leite defendeu que não é papel da oposição apresentar alternativas às opções do Governo, mas sim fiscalizar a acção governativa.
Embora afirmando-se consciente de que a sua posição não será «fácil de entender por todos», a líder social-democrata garante que, com menos mediatismo da parte do PSD, os jornais centrar-se-ão nas «asneiras que o Governo está a fazer», sendo que é aí «que está a nossa grande força e é aí que começa a estar a grande fraqueza do PS que estava habituado a que a agenda política fosse marcada pela crítica que a comunicação social e as outras forças políticas fazem das nossas propostas». Continuar a ler…
Governo diz que PSD não tem nada a propor ao país.
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, diz que que Manuela Ferreira Leite está a ser injusta nas críticas e diz que quem está a “baixar os braços” é o PSD.
É a resposta do governo à líder do PSD que acusou, ontem à noite, o governo de hesitar perante a adversidade. Augusto Santos Silva afirma que o PSD confessou que não tem nada a propor ao país e que é por isso que Manuela Ferreira Leite “tem estado tão calada”.
O politólogo André Freire considera ridículo e irresponsável que o PSD apenas fiscalize o governo e não apresente alternativas. O politólogo estranha essa posição de Manuela Ferreira Leite, deixada ontem num jantar com os deputados sociais-democratas. Continuar a ler…
Ferreira Leite afirma que o PSD não é ‘governo-sombra’
Para a líder dos sociais-democratas, Manuela Ferreira Leite, as críticas do PS são elogios e se os ministros de Sócrates andam a desdobrar-se em entrevistas, é porque receiam o PSD
Num jantar de encerramento da sessão legislativa, com o Grupo Parlamentar do PSD, Ferreira Leite deixou claro na Assembleia da República que o PSD vai ser uma oposição responsável e não um governo-sombra: «O papel do PSD na oposição não é apresentar alternativas às propostas do Governo, mas sim fiscalizá-lo».
«O PS está habituado à crítica política», afirmou também a líder laranja, recomendando ao Governo de Sócrates o estudo «dos estatutos da oposição». Continuar a ler…
Manuela Ferreira Leite não faz declarações após encontro com primeiro-ministro em São Bento .
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, saiu hoje em passo rápido e em silêncio da audiência com o primeiro-ministro, José Sócrates, em São Bento, encontro que durou pouco mais de uma hora.
Manuela Ferreira Leite esteve na residência oficial do primeiro-ministro para apresentar cumprimentos ao Governo em nome da sua nova direcção, tendo-se feito acompanhar pelo secretário-geral do partido, Marques Guedes, e pelo seu vice-presidente Paulo Mota Pinto.
No final da reunião, ao contrário do que aconteceu no Palácio de Belém, no passado dia 8, quando foi recebida pelo Presidente da República, Cavaco Silva, a líder social-democrata nem sequer se dirigiu à sala em que se encontravam os jornalistas para comunicar que não iria prestar declarações. Continuar a ler…
PSD-Madeira não convidou Ferreira Leite.
A Comissão Política Regional dos sociais-democratas madeirenses não convidou, este ano, a presidente do partido para a festa do Chão da Lagoa e o secretário-geral do PSD-Madeira, Jaime Ramos, revelou o porquê.
«Face a ter havido uma luta interna no partido não se fez este ano um convite prévio mas o presidente do partido tem sempre o direito, se quiser, de participar na festa», afirmou Jaime Ramos na conferência de imprensa de apresentação da festa, que se vai realizar no dia 27 de Julho.
O secretário-geral assegurou que, «para o próximo ano, com as coisas já estruturadas e estabilizadas», será feito o respectivo convite a Manuela Ferreira Leite. Continuar a ler…
PSD a perder terreno.
Se as eleições legislativas fossem hoje, o PS venceria com maioria relativa. A sondagem realizada pela Universidade Católica para o JN, a RTP e a Antena 1 revela que o PSD de Manuela Ferreira Leite vale tanto como o de Menezes.
O primeiro estudo de opinião envolvendo a nova líder do PSD - cujo trabalho de campo teve lugar poucos dias após a sua primeira entrevista televisiva nessa qualidade, concedida à TVI - emite, com efeito, sinais de que Ferreira Leite não constitui uma mais-valia para o partido.

É legítimo admitir que, estando ainda “fresca” no cargo, falte à ex-ministra das Finanças tempo para marcar diferenças - quer face ao seu antecessor, quer em relação a Sócrates. Mas é um facto que não capitaliza o descontentamento popular, agravado pela desfavorável conjuntura económica. Daí que o PSD mantenha a percentagem de 32% obtida na sondagem de Fevereiro passado e perca mesmo terreno para o PS, que chega aos 40%. Continuar a ler…
Conselho Nacional do PSD analisa sexta-feira regulamentos e autárquicas de 2009
O Conselho Nacional do PSD vai reunir-se na sexta-feira à noite em Lisboa para analisar os regulamentos internos que foram alterados pela anterior direcção do partido e as eleições autárquicas de 2009.
De acordo com fonte social-democrata, estão também na agenda da reunião do Conselho Nacional do PSD a análise da situação política e a aprovação do relatório e contas de 2007.
A reunião do Conselho Nacional do PSD foi agendada para sexta-feira às 21h00 horas na sede nacional do partido, por proposta da Comissão Política.
Na semana passada, o secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, disse à agência Lusa que a direcção social-democrata iria apresentar aos conselheiros nacionais uma proposta sobre os regulamentos internos, escusando-se a adiantar o seu conteúdo. Continuar a ler…
A Esperança…
“Portugal não tem dinheiro para nada”
“Devia ser proibido baixar os impostos”
Duas virtudes devem ser creditadas à nova presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite. Apresentou no congresso uma rica colecção de competentes celebridades na equipa directiva e, desde há um mês, o debate político está centrado no que a senhora diz ou no que a senhora cala. Estas duas virtudes permitiriam, desde logo, a inversão de um ciclo de decadência e degradação do maior partido da oposição que, conjugadas com as dificuldades e os ‘azares’ de Sócrates, dariam ao PSD acesso à disputa da vitória nas próximas eleições legislativas.
Portugal, como todo o mundo ocidental, vive um grave momento de crise. Mais profunda no nosso país porque, ao contrário de outros, vai para uma década que mina as nossas vidas e projectos. Parece não haver confiança que resista a dez anos de desilusões.
“Crash” nas bolsas, investimento em queda alucinante, consumo em forte recessão, desemprego alto e duradouro. Assim vai a economia e a sociedade. Como a crise é longa, vive-se “uma situação de emergência social”, para usar, uma vez mais, as palavras de Manuela. Sentimos que no Estado pouco ou nada funciona: a educação pública condena gerações de jovens ao subdesenvolvimento intelectual, a Justiça envergonha qualquer cidadão de boa-fé, a burocracia emperra qualquer energia, a pobreza contamina a vida de muitos. Continuar a ler…
Os imponderáveis políticos que Sócrates não domina e que lhe podem tirar o poder .
A um ano de três actos eleitorais que redefinirão quem vai ocupar toda a estrutura do poder político em Portugal, o primeiro-ministro, José Sócrates, encontra-se perante um país diverso daquele que esperava ter ao fim de três anos da sua governação, e que não previu no guião que elaborou para o seu consulado à frente do Governo. O primeiro-ministro tinha tudo desenhado para criar condições de reedição do seu poder absoluto em 2009, mas a realidade é diversa; Sócrates não consegue controlar os imponderáveis que poderão resultar mesmo na sua derrota.
Da forma como o país político evoluir no próximo ano dependerá o futuro de Sócrates, não só no que se refere à sua reeleição como primeiro-ministo, mas também na sua própria candidatura à chefia do Governo. Essa evolução depende de factores internos ao próprio PS e à governação e de factores externos, todos eles incontroláveis pelo primeiro-ministro.
É certo que muito do que de imponderável existe na situação política portuguesa tem pouco que ver com a própria política e até com o país. Ao contrário do que o primeiro-ministro esperava e todos os líderes mundiais previam, a crise económica é uma realidade incontornável. O disparar de preços dos alimentos, os valores exorbitantes que as taxas de juro atingem (com aumentos em média de 100 euros num ano no valor das prestações de pagamento de empréstimos à habitação na ordem dos 100 mil euros), a espiral de preços do petróleo (com empresas a comprarem já barris a mais de 200 dólares para assegurarem o stock do próximo ano) são três factores externos que o Governo não domina, mas que entram como uma onda gigante que destrói a praia que Sócrates estava a preparar para si e para o PS no final da legislatura. Continuar a ler…
Cavaco é contra o TGV, mas vai ver passar o comboio.
O Presidente sempre esteve contra o TGV, mas dificilmente inviabilizará o projecto. O Governo afirma que, no caso do TGV, não se repetirá o processo da Ota, em que, perante a oposição de Cavaco e do PSD, acabou a recuar na sua posição. Mesmo discordando Cavaco, o TGV avança
Se, no processo do novo aeroporto, o Governo cedeu a Cavaco Silva - e ao PSD de Marques Mendes, amparado por um movimento de protesto na sociedade civil - e deixou cair a localização da Ota, com o TGV o cenário não se repetirá. O Governo não parece disposto a ceder (está em causa um acordo com a Espanha assinado durante a cimeira ibérica) e tudo indica que, mesmo sendo frontalmente contra o projecto, o Presidente da República terá que ver passar o comboio. A competência para decidir é, neste caso, do Governo, o que o próprio Cavaco Silva reconheceu publicamente durante a campanha eleitoral das Presidenciais.
A última semana reacendeu uma questão antiga, que voltou à primeira linha desde que Manuela Ferreira Leite tomou conta do PSD (embora já fosse um cavalo de batalha de Marques Mendes): ainda antes de se apresentar como candidato à Presidência da República, Aníbal Cavaco Silva já era contra o investimento público no TGV. Continuar a ler…
Jerónimo diz que PS e PSD podem formar Bloco Central “não formal”
O secretário-geral do PCP considerou que o PSD “está à espera que o PS caia de maduro para ser Governo” e admitiu que os dois partidos possam formar um Bloco Central “não formal”, “com a bênção” do Presidente da República.
Jerónimo de Sousa, que discursava numa festa popular do PCP no parque de merendas do Tortosendo, na Covilhã, disse que, neste momento, não existe “diferença entre o PS e o PSD, pelo menos em relação à política realizada”.
“O PSD discute se deve haver mais uns quilómetros de TGV, mais um aeroporto ou mais uma ponte, como se isso fosse uma questão de quilómetros, mas o PSD não pode dizer outra coisa, porque o PSD está de acordo com esta política que o PS realiza”, afirmou, para os cerca de 300 militantes que ouviam a sua intervenção. Continuar a ler…
Rui Rio diverge do PSD nas críticas ao TGV.
Rui Rio não é adepto da aposta do PSD em continuar a criticar abertamente alguns investimentos públicos, em especial no projecto da alta velocidade ferroviária (TGV), refere o Diário de Notícias na edição deste sábado.
Rio defende que o partido deve clarificar o que pensa sobre os investimentos públicos, sob pena dessa posição poder ter efeitos colaterais. O vice-presidente dos sociais-democratas evidencia assim uma preocupação que diverge do ataque de Manuela Ferreira Leite a projectos como a alta velocidade ferroviária (TGV).
Segundo afirma o diário, o presidente da Câmara Municipal do Porto manifestou esta posição na última reunião da Comissão Permanente do PSD, o órgão de cúpula do partido, que se realizou esta semana. Continuar a ler…
Jaime Gama admite «reeleição confortável» de Cavaco Silva.
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, admite que Cavaco Silva pode “aspirar a uma reeleição confortável” nas próximas presidenciais e não prevê alterações na cooperação estratégica entre a Presidência e o primeiro-ministro.
Numa entrevista a Maria Flor Pedroso na Antena 1, a transmitir depois das 12h00 de sábado, Jaime Gama considerou que a eleição de Manuela Ferreira Leite, ex-ministra de Cavaco, para líder do PSD, não vai alterar as relações institucionais entre o Presidente Cavaco Silva e José Sócrates.
“O Presidente da República vai seguramente manter a linha que tem seguido, organizada em função do seu programa e da sua actuação, uma linha de funcionamento independente, árbitro do sistema político, garante da Constituição e isso tem-no feito com elevada qualidade”, disse. Continuar a ler…
Ferreira Leite encontra-se com Durão Barroso.
A nova presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, vai reunir-se na próxima quinta-feira em Bruxelas com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse à Lusa fonte partidária.
Durante a sua deslocação a Bruxelas, e além do almoço com o presidente do executivo comunitário e antigo líder do PSD, Ferreira Leite vai também encontrar-se com Wilfried Martens, presidente do Partido Popular Europeu - família política europeia na qual os sociais-democratas estão integrados -, e com a delegação do PSD ao Parlamento Europeu.
Ferreira Leite será acompanhada nesta deslocação a Bruxelas pelo novo responsável pelo gabinete de relações internacionais do PSD, José Luís Arnaut, indicou a mesma fonte. Continuar a ler…
José Sócrates faz ataque cerrado ao PSD.
Se alguma coisa verdadeiramente surpreendente aconteceu no debate político do Estado da Nação foi o ataque cerrado do primeiro-ministro ao PSD.
Logo na intervenção inicial, José Sócrates gastou mais de metade do tempo a criticar o maior partido da oposição pelo seu passado governativo e pelas posições já assumidas pela nova liderança. O novo líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, aproveitou a deixa e acusou Sócrates de falar como “secretário-geral do PS”.
Numa espécie de jogo das diferenças, Sócrates começou por contrapor as opções do seu Governo às já declaradas pela nova presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite. “Nós não dizemos, como outros, que a universalidade do Serviço Nacional de Saúde tem de ser repensada. Nós fizemos a reforma da Segurança Social para reforçar a sua sustentabilidade, quando outros queriam a sua privatização. Nós trabalhamos para que a escola pública funcione melhor e não, como outros, para que seja entregue à exploração privada.” Continuar a ler…
José Sócrates culpa crise externa e centra ataques ao novo PSD.
Sócrates quer PSD a clarificar investimentos. Rangel diagnostica doença bipolar ao PS
José Sócrates escudou-se ontem no eclodir da crise internacional para se apresentar no debate do Estado da Nação com um pacote de medidas de apoio à classe média, e avançar desde logo para fortes críticas indirectas ao PSD de Manuela Ferreira Leite, acusando os sociais democratas de seguirem uma cultura de “resignação e de desistência”.
O primeiro-ministro desafiou o principal partido da oposição a clarificar a sua política de investimentos, dizendo ao país os que quer efectivamente travar.
Uma resposta à medida do que o novo líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, trazia preparado , o que o levou a declarar que o seu partido “não está contra obras públicas em geral, nem nenhuma em concreto”. Continuar a ler…
Estado da Oposição.
O primeiro-ministro iniciou o debate com um discurso de cinquenta minutos, seguro mas previsível: as loas a si mesmo do costume, as increpações que já são hábito e os argumentos rotineiros.
Tudo embrulhado nos slogans que a moda ensina, como a “determinação” contra a “resignação”. Depois, Paulo Rangel fez a primeira interpelação ao Governo como líder parlamentar laranja: desenvolto, sólido e acutilante, percebeu-se que Sócrates tem finalmente um adversário à altura. Bem em todos os temas menos na ‘saga dos investimentos públicos’, em que o PSD se enfiou estouvadamente. Ou seja, Paulo Rangel foi perfeito enquanto pôde ser ele mesmo – perdeu quando teve de defender o ‘sound bite’ atabalhoado com que Ferreira Leite se quis diferenciar do Governo. Continuar a ler…
Menezes quer grandes investimentos públicos «a andar depressa»
Luís Filipe Menezes defendeu, esta quinta-feira, que os grandes investimentos públicos devem ser iniciados o quanto antes. Apesar de contrariar a posição de Ferreira Leite, a antigo líder do PSD disse que está disponível para apoiar a actual liderança do partido.
Luís Filipe Menezes defendeu, esta quinta-feira, que os grandes investimentos públicos no país devem ser iniciados o mais rapidamente possível, contrariando assim a posição da actual líder do PSD, Ferreira Leite.
«Neste momento não avançar com os grandes investimentos públicos, que na sua maioria são necessários, seria uma atitude irresponsável», disse o antigo líder social-democrata, à margem da gala de entrega de prémios a figuras que se distinguiram a nível nacional, no Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia. Continuar a ler…
PSD alcança PS nas intenções de voto para as legislativas.
Pouco mais de um mês após Manuela Ferreira Leite ascender à liderança do partido, o PSD consegue “colar” ao PS nas sondagens. Os socialistas contam agora com apenas meio ponto percentual de vantagem face aos social-democratas nas intenções de voto legislativo.
De acordo com o Barómetro de Julho da Aximage, o PS mantém-se à frente nas intenções de voto (32,5%), mas seguido agora bem de perto pelo maior partido da oposição (32%).
O PSD prossegue a tendência de subida que iniciou em Abril, mês em que Luís Filipe Menezes se demitiu da presidência do partido. Apesar de ter passado por um longo e disputado período de campanha eleitoral interna, e de ter estado semanas sem os seus órgãos nacionais a funcionar em pleno - a nova direcção e a nova orgânica só foram legitimidas no Congresso a 22 de Junho -, nestes três meses o PSD conseguiu subir seis pontos percentuais nas intenções de voto para as legislativas. Continuar a ler…
Nação em crise.
Segundo os dados do gabinete europeu de estatística, Portugal ficou mais pobre no primeiro trimestre do corrente ano face aos últimos três meses de 2007. A quebra foi de 0,2 por cento do PIB. A erosão da riqueza já tinha sido notada pelos cidadãos que têm cada menos dinheiro no bolso.
E tão grave como a crise é a falta de esperança em tempos melhores. O primeiro semestre excedeu todas as expectativas negativaseosempresários não estão optimistas face ao segundo semestre do ano. A longa depressão da Bolsa agrava ainda mais a crise.
As contabilidades das grandes empresas revelam prejuízos por causa das perdas potenciais em Bolsa, o que ajuda a diminuir a confiança na economia e a pressionar o aumento do desemprego. Continuar a ler…